Entre os dias 6 e 10 de abril, a diretoria do SINJUSC esteve nas comarcas de Lages, Chapecó, Rio do Sul, Blumenau, Itajaí, Balneário Camboriú, Estreito e Norte da Ilha. Além da valorização do médico-social, massificação da GANS e cumulatividade do adicional de qualificação (AQ), temas como o respeito e a redução da jornada, o direito ao desligamento e a sobrecarga de trabalho têm sido cada vez mais debatidos pela categoria.
De acordo com o relato da presidenta do SINJUSC, Carolina Rodrigues Costa, que esteve em Lages e Chapecó, “com frequência, a categoria tem relatado que é obrigada a trabalhar mais do que as 7 horas da jornada para dar conta das demandas e manter as metas em dia. Isso sem falar nos plantões que trazem ainda mais sobrecarga”.
Sobre as visitas em Itajaí e Balneário Camboriú, o vice-presidente do SINJUSC, Neto Puerta, registrou que “apesar da grande maioria entender que é justo, muita gente não acredita que é possível conquistar a redução da jornada. Nesse sentido, o trabalho que a gente está fazendo com a cartilha faz as pessoas começarem a entender que se não houver redução da jornada, direito ao desligamento e criação de novas vagas, o Judiciário vai colapsar. Pois, na lógica imposta pelas metas do CNJ e implementação de novos sistemas automatizados, a tendência é de crescimento da sobrecarga”.
Para a diretora do SINJUSC, Jaqueline Maccoppi, as conversas com colegas de Rio de Sul e Blumenau mostraram que “o pessoal ainda está se apropriando dessa pauta da redução da jornada, mas apesar de acharem difícil, entendem que seria o correto. O debate sobre a cumulatividade do adicional de qualificação e a massificação da GANS seguem como os mais comentados. Além disso, o pessoal falou sobre a ampliação das vagas de assistentes sociais e psicólogos”.
Já Ellen Caroline Pereira, que também é diretora do SINJUSC e esteve nos Fóruns do Estreito e do Norte da Ilha, ambos em Florianópolis, disse que “a categoria está fazendo a relação entre o adoecimento e o desvio de função. Muitos relatos de pessoas sobre como é difícil trabalhar lado a lado com colegas que fazem a mesma coisa e ganham remunerações bem diferentes.”
VEJA O CALENDÁRIO DE VISITAS DA SEMANA
TERÇA (14/04) – Sombrio e Gaspar
QUARTA (15/04) – Criciúma
QUINTA (16/04) – Tubarão, Pomerode, Timbó e Ascurra
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A redução da jornada seria o sonho do servidor.
Existe possibilidade real da redução da jornada para 6 horas?
Isso depende da luta! Existem categorias com jornada regulamentada em 5 horas, por exemplo! As 30 horas são uma realidade em setores das universidades públicas com atendimento ao público!
A pauta da redução da jornada para 06 horas é muito importante para a saúde física e mental dos servidores. Os sistemas de tecnologia estão bem avançados, substituindo o trabalho operacional em muitas coisas. Tem gente que não trabalha mais 07 horas por dia por conta própria faz tempo. Com a escala de rodízio ou revezamento entre a equipe de trabalho, o atendimento ao público e o horário oficial de funcionamento do PJSC não ficarão comprometidos!
E a tabela para os aposentados? Tem se notícias!?
Ainda não, mas estamos atentos ao tema, assim como estamos atentos a possibilidade do julgamento sobre a contribuição previdenciária de aposentados, Silésia!
Jornada de 6 horas sem prejuízo do atendimento ao público: metade dos servidores trabalha das 12 às 18 e outra metade das 13 às 19.