Para inscrever-se na assembleia presencial do próximo dia 7 de maio, às 14h, em Florianópolis, e discutir demandas como o adicional de qualificação (AQ), a gratificação por atividade de nível superior (Gans) e o auxílio médico-social, mas também para definir outras pautas da Campanha Salarial 2026 do SINJUSC como, por exemplo, a redução e o respeito à jornada, criação de novas vagas no TJSC, o direito ao desligamento, ganho real e reposição da inflação, basta preencher o formulário online clicando AQUI.
De acordo com a presidenta do SINJUSC, Carolina Rodrigues Costa, “mais do que uma assembleia, queremos fazer um ato político no dia 7 de maio. Seguiremos com nossas campanhas nas redes do Sindicato e nas visitas às comarcas, mas precisamos de um ato presencial para demonstrar o quanto a categoria precisa que o TJSC massifique a GANS, implemente um adicional de qualificação que reduza a diferença remuneratória entre os grupos ocupacionais, valorize o médico-social e preserve a nossa saúde física e mental”.
SAÚDE E PAUTAS ECONÔMICAS
Do ponto de vista da diretoria do SINJUSC, pautas econômicas e o adoecimento crescente da categoria estão profundamente relacionados entre si. O desvio de função não remunerado, por exemplo, é causa de sofrimento cotidiano no TJSC. A convivência entre pessoas que desempenham praticamente as mesmas funções, mas recebem remunerações diferentes, cria um desgaste emocional e físico e atrapalha a convivência no ambiente de trabalho.
A sobrecarga de trabalho impulsionada, principalmente, por dinâmicas impostas pelos novos sistemas informatizados e pelo estabelecimento de metas arbitrárias focadas na demanda e não na capacidade produtiva limitada pelo quantitativo de pessoal, é outro fator de adoecimento. Nesse sentido, a diretoria do Sindicato insiste que a categoria participe da assembleia presencial do dia 7 de maio para debater também o direito ao desligamento, a redução e o respeito à jornada e a criação de vagas no TJSC.

Outro ponto que eu gostaria de levantar aqui:
“Art. 14. Fica concedido reajuste salarial de 10,81% (dez inteiros e oitenta e um centésimos por cento) sobre o valor referencial de vencimentos dos servidores da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), nos termos do art. 15, § 4º, e do art. 32, caput, da Resolução nº 002, de 2006. (LEI COMPLEMENTAR Nº 896, DE 31 DE MARÇO DE 2026)”
Creio que ainda vai haver mais uma mesa de negociação antes da publicação da resolução com o nosso reajuste, em maio.
Não é o caso do SINJUSC argumentar este reajuste da ALESC, batalhar, e cobrar para que tenhamos algo semelhante, considerando que a arrecadação de SC teve uma alta de 7,7% neste primeiro trimestre de 2026, o que dá uma margem considerável pro TJ também nos conceder um reajuste assim?
Sim! O assunto surgiu na última mesa!
Que façamos uma assembleia VIRTUAL e o “grande ato presencial em Floripa” logo em seguida, a repercussão será a mesma. O mais importante é ouvir a maior parte possível da categoria e não restringir o acesso à modalidade presencial.
Prezados, Tendo em vista que a data base já é em maio, não fica muito em cima para levar a pauta à administração do TJ? Não seira melhor já definir em abril para ir negociando com a Adm? Ganho real alguma previsão? ALESC e algumas prefeituras com reposição acima do INPC, não seria a hora de tentar algum a mais que 3 ou4 %?
Essas questões serão tratadas na assembleia do dia 7 de maio, Fabiano!
Acho que seria interessante para aqueles que não puderem participar do ato possam mostrar apoio de alguma forma. Com fotos como vezes anteriores, com abaixo-assinado, com assinatura de uma nota emitida pelo Sindicato. Enfim. Qualquer forma que demonstre que a força não está apenas naqueles que moram na Capital, mas perpassa todo o Estado. Além da importância da sensação de participação. Uma sugestão de quem gostaria de estar lá, mas não pode e gostaria de fortalecer de alguma forma.
Perfeito Larissa, essa foi uma sugestão e a equipe do SINJUSC já está pensando em algo assim, para a imagem do Teams!
Arrecadação em alta significa que o TJ tem caixa pra implementar nossas pautas, com folga. Falta de orçamento não pode ser desculpa.
“Arrecadação de SC tem alta de 7,7% no primeiro trimestre de 2026”
https://sindifisco.org.br/noticias/arrecadacao-de-sc-tem-alta-de-77-no-primeiro-trimestre-de-2026
A realização da assembleia exclusivamente na modalidade presencial, tratando-se de um sindicato de abrangência estadual, acaba por limitar a participação efetiva de muitos filiados. Essa escolha tende a afastar o debate plural e a reduzir a possibilidade de manifestação de posições diversas, especialmente daqueles que, por motivos profissionais, geográficos ou pessoais, não conseguem se deslocar até o local.
Em um contexto em que a tecnologia permite ampliar o acesso e qualificar a deliberação coletiva, a opção por um formato restrito pode acabar privilegiando o posicionamento já consolidado pela direção, em detrimento da construção de ideias a partir do diálogo amplo com a base.
Fortalecer a participação é fortalecer a legitimidade das decisões. Espera-se que, em futuras convocações, seja adotada a modalidade mista, especialmente porque temas como AQ, GANS e data-base dizem respeito a toda a categoria, e não apenas aos colegas da capital.
Boa tarde Leandro, a direção do SINJUSC entende que para além de realizar a assembleia, é necessário fazer uma ato político, portanto, presencial, para pressionar a administração a implementar as pautas da forma que a categoria quer. Basta se organizar para participar! É um dia importante que pode fazer toda a diferença por muitos anos se conseguir conquistar o AQ e a GANS que a categoria quer!
Perdão, SINJUSC, mas “basta se organizar para participar” é uma frase muito infeliz nesse contexto. Existem Comarcas a mais de 600km de distância da Capital, exigindo grande gasto financeiro para deslocamento e estadia, além do tempo necessário somente para o transporte.
Sem dúvidas é importante fazer um ato político e pressionar a Administração, mas não vejo por que não é possível as duas coisas: uma Assembleia mista e aberta a todos os filiados em uma data e o dito ato em outra.
Sou filiado há anos e muito grato pelas conquistas capitaneadas pelo Sindicato, mas devo dizer que recentemente tenho visto por aqui justificativas rasas que parecem não demonstrar a verdadeira motivação das decisões, não só em relação à Assembleia presencial, mas também quanto à condução do AQ e à perda que a categoria como um todo vem sofrendo pela sua não implementação.
Por favor, escutem os seus filiados e mantenham a transparência que por tanto tempo foi basilar na conduta do Sindicato.
Olá Gabriel, o formulário de inscrição já trata do transporte! A categoria precisa seguir confiando na direção Sindical para seguir conquistando, e, neste momento, é preciso focar na mobilização presencial!
Façam a assembleia mista! Nós que moramos longe da capital também queremos participar!
Massificação da GANS, pagamento do AQ, redução da carga horária e ganho real!!!
Reunião para definir como seguir com os planos para converter o AQ no “GANS 2.0”.
Embora exista lei, ninguém ganha nada…
Olá, Ricardo! Participe da assembleia, venha colocar as suas opiniões e ajudar na mobilização. Dizer que está tudo perdido só ajuda quem quer prejudicar a categoria!
Muitos estão pedindo que a assembleia aconteça também de forma “on line”. É possível atender os filiados neste sentido? É sem dúvida muito importante o presencial, mas sabemos que nem todos tem condições de comparecerem.
A ideia Fabrício é, além da assembleia, fazer uma ato político! É importante que a categoria se organize para fazer um grande ato presencial em Floripa!
Porque e somente presencial?
Está escrito na notícia Silesia, para fazer um ato político de pressão à administração do Tribunal!
‘A convivência entre pessoas que desempenham praticamente as mesmas funções, mas recebem remunerações diferentes, cria um desgaste emocional e físico e atrapalha a convivência no ambiente de trabalho.’
Os estagiários que minutam decisões vão querer remuneração de desembargador, seguindo a lógica do Sindicato.
Inacreditável.
Estagiários estão aprendendo e sendo supervisionados, pelo menos deveriam. E não respondem a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) se der algo errado!