Foto: Flickr do STF

“Fim da cobrança previdenciária” de aposentadorias do serviço público fora da pauta do STF de agosto

As pautas das sessões de agosto já estão disponíveis no site do Supremo Tribunal Federal (STF), mas as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) que pedem a suspensão da cobrança previdenciária de aposentadas e aposentados dos serviços públicos sobre a parcela dos benefícios que vai até o teto do INSS (R$ R$ 8.475,55 ), popularmente conhecida como “fim dos 14%”, seguem sem previsão de julgamento.

Para participar da mobilização virtual, mande uma mensagem automática de WhatsApp para o STF solicitando que o presidente da corte, ministro Edson Fachin, inclua o julgamento do “fim dos 14%” na pauta basta CLICAR AQUI. Para mais informações sobre a questão, acompanhe o SINJUSC no Intagram clicando AQUI.

Em meados de junho, a diretoria do SINJUSC se reuniu com o líder da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai, que se comprometeu a reunir outras lideranças do Congresso e solicitar uma audiência com o min. Fachin para tratar do tema. Até aqui, a maioria de ministros e ministras do Supremo já se manifestou favorável à inconstitucionalidade da cobrança dos 14%, bastando colocar as ADIs em pauta para que sejam aprovadas.

Isenção de imposto para mega empresários é 100 vezes maior que o impacto do “fim dos 14%”

A Lei Orçamentária Anual (Loa) 2026 determina que o Estado de Santa Catarina abra mão de R$ 31 bilhões em impostos que deixarão de ser cobrados, principalmente, do agronegócio, das indústrias e do setor portuário. De acordo com o economista Maurício Mulinari, o montante é 100 vezes maior do que o impacto do fim dos 14% até o teto do INSS para 2026 que seria de R$ 309 milhões.

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