Em maio, o governador Jorginho Mello (PL) assinou o Decreto n° 1.521/26 que reajustou o benefício de aposentadas e aposentados sem paridade dos serviços públicos estaduais em 3,9%. O percentual é menor do que os 4,39% conquistados pelo SINJUSC para o pessoal em exercício e para quem se aposentou com paridade no TJSC. Isso acontece porque Jorginho aplicou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) em vez do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), aplicado pelo Tribunal.
O Estado de Santa Catarina fechou os anos de 2024 e 2025 com dinheiro no caixa. Foram R$ 1,7 bilhões de superávit em 2023 e R$ 1,6 bilhões em 2024. Além disso, o governo Jorginho deve conceder mais de R$ 100 bilhões em isenções de impostos que beneficiam, principalmente, mega empresários do agronegócio, da indústria e do setor portuário, entre 2023 e 2026.
De acordo com o diretor de finanças e comunicação do SINJUSC, Samuel Santos Silva “um governo que abre mão de mais de R$ 100 bilhões em arrecadação por meio de isenções fiscais e soma mais de R$ 3 bi em superávit teria condições de dar aumento real para aposentadas e aposentados sem paridade do serviço público estadual. Pois, sem ganho real, quem não tem paridade fica cada vez mais distante dos colegas que têm ou ainda estão em exercício”.

Gente para esclarecer, o pessoal sem paridade por lei tem direito a reajuste todo mês de janeiro, com a necessidade de assinatura de um decreto pelo governador, e eles demoram para assinar o decreto, isso já é devido desde Janeiro pesquisem antes de falar besteira, e pior quem está na ativa vai se aposentar sem paridade. Eu tenho paridade.
Vc Jorge e um governador q nem deveria estar aí governando pelo fato de vc só ajuda ricos e até parece q se elegeu só com voto dos ricos e ainda tem muita coisa desonesto em seu governo..
Vamos nos cobrar em outubro, mais um governo péssimo
Ainda querem ser reeleger, um governo que governa para alguns e, nem pensa naqueles que já se sacrificaram pelo andamento da máquina pública, onde muitos deles precisam hoje de remédios para sobreviver e, vendo o seu salário ser corruido desta forma.
Nunca tem para a maioria e sim para a minoria que tem o bastante e querem sempre mais!!
O povo sempre pagando a conta de quem deve! É vergonhoso ver a cara de pau e privilégios sancionadas por lei que beneficia a minoria!
A estrutura econômico deste país continua a mesma da época da colonização.
Leis que beneficiam uma minoria
Impostos alto
É vergonhoso como lidam com o dinheiro público!
O povo adormecidos e onde estão os órgãos competentes para fiscalização?
Cada vez me convenso da arbitrariedade da maioria dos governistas, legislando a seu favor e para acúpula exclusivamente deles!!
pois é pessoal…esse ano temos eleições….IMPOSTANTISSIMO se conscientizar em votar em candidatos q estejam do lado dos trabalhadores……….
Governo de direita , nunca vai fazer alguma coisa pelo povo , e sim favorecer os ricos , mas não entendo o porque dessa certeza , que vai ganhar as eleições desse ano.
Jorginho Mello, faça a lição de casa, dê o reajuste correto à quem tanto fez pelo Estado. Não seja ranzinza, independentemente da ideologia de cada servidor, primeiro vem o compromisso com o que é justo. Enalteça para ser enaltecido.
A chapa vencedora não foi eleita para militar ou destilar ódio ideológico, muito menos para opinar sobre Poder Executivo, mas para cuidar dos interesses dos servidores do Judiciário.
Olá João, aposentados sem paridade também são trabalhadoras e trabalhadores do judiciário! É dever do Sindicato denunciar a injustiça que 3,9% de correcção representa!
Conquistados por vocês ? A tá…
Sim, Felipe! Foi o SINJUSC que colocou a data-base na Lei do Plano de Cargos em 2005 e é o SINJUSC quem, todos os anos, mobiliza a categoria e negocia com a administração do Tribunal!
Quem vota nesse tipo de político?
Sunjusc!
Já foi metade do ano e nada do AQ!
Mais reuniões com o TJ até quando?
Olá, Jorge! Seguimos dialogando. Infelizmente, conquistar um novo direito, não é só protocolar um pedido e esperar o deferimento. Tem trabalho, reunião, diálogo e pressão para que o AQ seja regulamento da forma que a categoria precisa!