Na reunião da Mesa Permanente de Negociação entre representantes do SINJUSC e do TJSC desta quinta, dia 19 de março, ficou acertado a busca por uma solução que viabilize a regulamentação de um adicional de qualificação (AQ) que reduza a diferença salarial entre os grupos ocupacionais. A diretoria do SINJUSC insistiu na cumulatividade como a solução mais simples para a questão e vai apresentar possibilidades aos interlocutores do Tribunal.
De acordo com a presidenta do SINJUSC, Carolina Rodrigues Costa, “hoje, a redução da disparidade entre os grupos ocupacionais é uma pauta muito importante da categoria e o SINJUSC está muito comprometido com esta questão, sabendo que serão necessárias algumas ações para resolver este cenário”.
Sobre a Gratificação por Atividade de Nível Superior (GANS), a direção do Sindicato enfatizou a urgência da massificação e os interlocutores do TJSC responderam que há avaliação para a criação de novas gratificações. Representantes do SINJUSC na Mesa ressaltaram que a GANS não pode ser usada como instrumento para aumentar ainda mais a produtividade, que, como mostra a pesquisa de saúde SINJUSC-Neppot-UFSC, tem forçado a categoria a extrapolar a jornada de trabalho.
OPÇÃO DE 40% DO CARGO PARA QUEM RECEBE ART. 85
Além disso, pelas conversas feitas na Mesa, a diretoria do SINJUSC entendeu que existe uma forte possibilidade do Presidente do TJSC, Des. Rubens Schulz, acatar o parecer do juíz auxiliar do Núcleo Financeiro e Estratégico juntado ao processo 0086862-71.2019.8.24.0710 no final da tarde desta quinta, dia 19 de março, estendendo a opção de 40% do valor do cargo para quem hoje recebe gratificação do art. n° 85.
A diretoria do SINJUSC já havia acertado a questão com a administração anterior na reunião da Mesa Permanente de Negociação do dia 18 de novembro de 2024, conforme noticiado pelo site do SINJUSC: “Funções sem cargo poderão receber 40% do DASU a partir de 2025”. De lá para cá, representantes do Sindicato têm insistido na questão durante as Mesas de Negociação e a situação se aproxima de um desfecho favorável às trabalhadoras e aos trabalhadores do TJSC.
MESA ESPECÍFICA PARA DEBATER PAUTA DE APOSENTADOS
Em relação a pauta mais dirigida para aposentadas, aposentados e pensionistas, como a incidência sobre o 13º, a majoração e o retroativo do médico-social, a ideia é ter uma mesa específica para tratar dos temas que também foram reapresentados na rodada desta quinta. A medida garante mais tempo de interlocução para encontrar formas de garantir uma aposentadoria digna.

Sendo aprovada o AQ os analistas também terão direito? Penso que todas as categorias deveriam ser beneficiadas.
Olá Ninive, o adicional de qualificação é para remunerar a formação (graduação e pós) de todas as trabalhadoras e os trabalhadores do TJSC aplicadas ao trabalho.
SINJUSC, sou Analista do nível 1A e tenho um colega Analista do nível 5J. A diferença da remuneração-base entre nós, apesar de termos sido aprovados no mesmo concurso, para o mesmo cargo, e estarmos fazendo as mesmíssimas funções, é de R$ 10.388,29 para R$ 24.223,50. Mais que o dobro! Por que isso é razoável?
Eu mesmo respondo: porque há circunstâncias que legitimam as remunerações diferentes – o tempo de serviço, os títulos e os cursos de aperfeiçoamento autorizam a presunção de que o trabalho dele é permeado por maior expertise e, portanto, merece contraprestação maior.
Se isso tem razão de existir entre ocupantes do MESMO CARGO, ainda mais razão há para admiti-lo entre ocupantes de cargos diferentes, que fizeram concursos totalmente diferentes, com exigências muito díspares.
Meu intuito não é alimentar essa divisão que plantaram. Pelo contrário. Acho que o AQ tem que ser aplicado a todos indistintamente. Se os Técnicos estão exercendo funções que não lhes caberiam, a briga deve ser para que não mais o façam!
Bora regulamentar o AQ logo. Vamos ganhar agora o que já temos e continuamos pressionando… BEM melhor assim. Pode perguntar, eu penso assim!
Temos que aproveitar esse momento de debate e implementação do AQ para diminuir essa diferença salarial entre ANM e ANS que fazem o mesmo trabalho. Se passar essa oportunidade, daí já era! O presidente anterior na mesa de negociação disse que a implementação do AQ seria para diminuir essa disparidade (que passa dos 10 mil no final da tabela). Aumentar o percentual da graduação para 40 ou 50% já ajudaria. Vamos aguardar.
Rafael é um cara sensato e, com certeza, não é analista.
20% é o máximo que a lei permite sobre o último nível da tabela . Se vier 5% de graduação e 8% de especialização já fiquei feliz .
Reconheço o esforço da diretoria do SINJUSC nas negociações, mas entendo que faltou deliberação específica da categoria sobre um ponto central: a estratégia e a ordem das prioridades no AQ. Implementar imediatamente um direito já previsto em lei ou aguardar uma solução mais ampla com cumulatividade são opções legítimas, porém distintas, e essa escolha não foi claramente deliberada em assembleia.
A referência genérica, em ata, à necessidade de reduzir a diferença entre os grupos ocupacionais não autoriza, de forma inequívoca, o adiamento da regulamentação do AQ. Os numerosos questionamentos aqui nos comentários demonstram que não há consenso na base.
Por isso, considero fundamental a convocação de uma assembleia específica para tratar exclusivamente do Adicional de Qualificação, com apresentação clara dos cenários possíveis, riscos e impactos, para que a categoria decida de forma expressa e democrática. Isso fortalece o sindicato e dá legitimidade à estratégia adotada.
Se já tem regulamentação, qual seria a melhor estratégia? Esperar pra melhorar ou implementar e melhor. Enquanto isso, o tempo passa e estamos perdendo essa renda, seja ANM ou ANS, não é? Essa questão do que é melhor, realmente não sei por não ter experiência em negociações. Entretanto, concordo que uma assembleia para decisão é interessante. Isto, pois, inclusive, poderá mostrar mobilização de todos.
Perfeito. Essa resposta deve partir diretamente da categoria, não de uns poucos que ACHAM QUE SABEM o que a classe quer.
As pessoas que você chama de “uns poucos que acham que sabem o que a classe quer” Samir, foram eleitos no maior organismo de decisão da categoria, a eleição do SINJUSC. Então é preciso ter um pouco mais de respeito pela decisão da categoria.
Vendo esses dois comentários, concluo que a razão está com o Samir. Respeitar a decisão da categoria sobre o AQ seria submeter o tema a deliberação em assembleia, não tentar impor estratégia que sequer sabemos de onde saiu.
Não existe imposição alguma, Eliane! A diretoria está aplicando, justamente, a decisão de assembleia. Sem o prejuízo da categoria tomar outro rumo em outra assembleia!
Esse foco em remuneração equivalente para cargos diferentes é absurdo.
A própria tabela remuneratória progressiva, defendida pelo SINJUSC, é uma prova de que servidores podem exercer as “mesmas funções” e, mesmo assim, terem remunerações bastante diferentes, dependendo de seu nível de aperfeiçoamento e experiência, justamente porque há a justa presunção de que o trabalho de cada um é permeado por dada expertise.
Os cargos ANM e ANS foram providos por concursos diferentes, com exigências diferentes, e pressupõem o exercício das atividades por profissionais de natureza diferente. Ainda que, no dia a dia, alguns Técnicos possam exercer atribuições semelhantes às de alguns Analistas, continuam sendo cargos diferentes, preenchidos por profissionais que prestaram concursos de diferentes exigências, com uma justa presunção de que ofertam expertises de diferentes níveis na realização das tarefas.
Esse ressentimento de alguns membros da categoria faz com que prefiram não receber nada a mais, desde que Analistas não recebam também. Impensável, especialmente para um sindicato que, em tese, deveria representar todos.
O justo, inclusive no âmbito do AQ, é haver um aumento de proporções equivalentes para todas as carreiras. Caso queiramos a remuneração de carreiras diferentes das nossas, sempre teremos o caminho do concurso público. Não faz sentido eu fazer o concurso pra nível médio e, depois, querer transformá-lo em de nível superior no “tapetão”.
Não transformem o AQ, algo que beneficiaria a todos, em plataforma de ressentimento com ocupantes de cargos de nível superior.
Pela racionalidade, Nereu Isaksson deveria receber a maior remuneração do PJSC.
Esse aí é mais um que esqueceu que somos todos servidores e se acha magistrado. Só pode kkk
Pelo contrário, sra. Servidora. Não me acho magistrado. Não fiz o concurso para magistrado. Não penso fazer jus à remuneração de magistrado ou à redução da diferença remuneratória, a despeito de fazer trabalho muito semelhante ao de um magistrado. Mas proponho que abandones a argumentação ad hominem e contestes os fundamentos da minha opinião.
Depois de ler tudo que li aqui, penso que os tjas deveriam parar de fazer o serviço dos ANS. Ganhar 10k a menos com justiça.
Eu, como um oficial de justiça, com 30 anos de judiciário. Fiz pós e mereço meu adicional. Se os técnicos não querem. Paguem só para os oficiais de justiça e analistas. Pois somos nível superior e merecemos destaque.
Sonho com gratificação para quem atua exclusivamente, na análise socioeconômica para posterior nomeação de advogado dativo. Atividade que exige muito mais do do mera análise de documentos. São dois anos nesse “setor”, com portaria e tudo para tanto.
O ADICIONAL DE QUALIFICAÇÃO não foi criado para SOMAR títulos, mas para REMUNERAR a TITULAÇÃO mais elevada dentro de um mesmo regime jurídico.
GRADUAÇÃO, ESPECIALIZAÇÃO, MESTRADO e DOUTORADO são FAIXAS do MESMO BENEFÍCIO, e não parcelas autônomas que possam ser EMPILHADAS
No panorama dos TRIBUNAIS DE JUSTIÇA do país, a lógica predominante é exatamente essa: VEDAÇÃO DE CUMULATIVIDADE ou pagamento apenas do MAIOR TÍTULO.
Por isso, não dá para INVENTAR A RODA nem afrontar a ORDEM JURÍDICA para ESPERNEAR contra um modelo legal que exige, objetivamente, ALTERAÇÃO LEGISLATIVA
Pedro nunca passa frio, pois está coberto de razão.
Não está, nos TJA temos contas pra pagar queremos ser justamente remunerados, como aconteceu com os oficiais de justiça que eram nível médio. Enquanto isso não acontecer, vamos incomodar .
Por favor, no caso dos OJ, houve reestruturação por lei, com criação de cargo específico de Oficial de Justiça e Avaliador no nível superior em Santa Catarina; no caso do TJA, o cargo continua legalmente no nível médio, e o espaço do nível superior já é ocupado por carreira própria, como a de Analista Jurídico, de modo que não cabe ao Judiciário nem ao sindicato transformar um cargo em outro por isonomia, porque isso depende de lei e de concurso para o cargo tal como definido em lei, nos termos do art. 37, II e X, da Constituição e da Súmula Vinculante 37 do STF.
Perfeito! Poderíamos utilizar o valor do AQ para pagar nossas contas, não? E acho que a gente incomoda mais apresentando objeção a essa dinâmica de servidores de Cartório fazer trabalho de Gabinete sem GANS do que ficar eu contente de mão abanando só porque meu colega ANS está abanando de volta para mim… Se parar para pensar a linha de raciocínio se resume a TODOS poderiam ganhar
mais ou NINGUÉM ganha mais e estamos optando por NINGUÉM.
Isso não é verdade Larissa, dependendo da regulamentação, ANM, SAU e SDV que só tem a graduação ou até quem tem pós, pode acabar tendo o AQ engolido pela GNS. Isso quer dizer que se não tivermos cuidado, o AQ vai acabar só remunerando ANS!
Pois é Felipe. Mas o povo pensa que a nossa luta é injusta. Acham que TJA só serve pra passar café na copa kkk Pode ver, os comentários mais discriminatórios vêm deles.
Sim Pedro, assim como os cargos de nível médio e superior, que no papel são atribuições bem distintas mas que na realidade fazem o mesmo serviço de nível superior com uma diferença salarial de 10k. E aí, diz aí a solução pra “nóis” sabichão.
José, AQ regulamentado representaria ganho real a TODOS. A briga pela disparidade salarial deve dar-se por instrumentos jurídicos que não afrontem a legislação, tal como a MASSIFICAÇÃO da GANS. O adicional de qualificação deve existir pelo motivo que faz existir: remunerar melhor o servidor mais bem qualificado.
Pois então. Na verdade todos estão deixando de ganhar, auxiliares, técnicos a analistas. Pois qualquer adicional de Pós, mestrado ou Doutorado é maior que o adicional de graduação. A lógica está sendo: Não vou deixar o de cima ganhar mais, mesmo que eu também iria ganhar mais. Essa questão deveria ter sido resolvida colocando um valor maior nas 2 linhas que foram criadas nas 3 carreiras abaixo da de nível superior: A de nível até quarta série, fundamental e médio. Aqui está se batendo somente na questão dos técnicos, mas as carreiras de nível fundamental são igualmente importantes e hoje eles também são até mais prejudicados. Conheço gente do fundamental estremamente competende que já foi DASU. Ta na hora de sair um pouco da “minha caixa”.
Colega analista. Extremamente, com x, por favor.
Ele passou para Analista, Ana… agora imagine quem não conseguiu nem a vaga de quem escreve uma palavra errada.
Exatamente Pedro, o Sinjusc parece que quer reinventar a roda, perder tempo e correr o risco de se “queimar” com a Adm, como já ocorreu antigamente.
Pauta específica de aposentados para mais tempo de interlocução? Isso quer dizer que os aposentados com paridade já estão excluídos do Adicional de Qualificação como ocorreu com a tabela? Ou o Sinjusc já não mais nos representa ou fomos relegados a sindicalizados de segunda categoria.
Não Lori! A diretoria do SINJUSC quer aposentadas e aposentados incluídos no adicional de qualificação e essa posição foi apresentada novamente para a admnistração na última reunião!
Mais um comentário meu que não for publicado, apenas pq não concordo com o SINJUSC e que não houve ofensa, apenas falei que não teve deliberação em assembleias para a cumulação, eu vou me desfiliar e só voltatrei nas eleições daqui há 3 anos.
Paulo, também não teve assembleia aprovando contra a cumulatividade que é a alternativa que a diretoria do SINJUSC está tentando construir para atender ao que foi aprovado pela categoria: um AQ que não aplie a diferença salarial entre os grupos ocupacionais!
A legislação do AQ foi aprovada com vedação à cumulatividade. Agora o sindicato busca a regulamentação do benefício com a cumulatividade. Seria muito melhor para todos os servidores a regulamentação inicial sem a cumulatividade e a posterior briga por alteração na legislação, pois aí o benefício já estaria vigente. Parece-me que beneficiaria tanto os técnicos quanto os analistas, pois todos que tivessem graduação acima do exigido para o cargo receberiam aumento. Na prática, inclusive, vejo que diversos técnicos tem nível superior, e diversos já fizeram pós para a progressão na tabela. O aumento, via de regra, seria igual inicialmente para os técnicos e analistas, pois ambos teriam pós-graduação.
Mas não pode fazer igual à tabela do PCS: “Aprova do jeito que está e depois briga para reduzir a disparidade entre os níveis.” Já está provado que não funciona desta forma. Não podemos aceitar um AQ que amplie a diferença salarial já imposta pela aprovação da nova tabela. Se não for possível a acumulação, que seja concedido percentual maior para a graduação, para que o ANM possa se aproximar do ANS, corrigindo a distorção da tabela.
Na linha de raciocínio do colega, o percentual eventualmente concedido pela graduação deve ser maior para o TJA em início de carreira e menor para o TJA no final da carreira. Afinal, se cargos diferentes não podem ter remunerações distintas, não se pode tolerar que ocupantes do mesmo cargo recebam valores desiguais. Aproveitando esse debate: não seria a hora de acabar com os níveis/referências de todos os grupos ocupacionais e instituir um valor único e indistinguível para todos os sevidores, independentemente do concurso prestado, do nível de qualificação obtido, do tempo de desempenho no cargo ocupado, dos cursos eventualmente frequentados durante a carreira? Se todo mundo ganhar exatamente igual, não vai existir distorção de tabela a ser corrigida.
Desculpe Felipe, mas o Sindicato não controla as decisões da administração do TJSC! A categoria vai precisar decidir sobre aquilo que foi possível construir na mesa!
Nem precisa. Parar de inventar moda já seria ótimo.
É, o esforço deve ter sido grande… Para conseguir uma diferença de R$ 10 mil entre técnicos e analistas que desempenham, muitas vezes, as mesmas funções! Para ter conseguido retirar a GNS de novos servidores. Para ter conseguindo apenas 5 meses de retroativo da URV. Parabéns pelo sucesso!!!
O desvio de função existe antes da tabela, Ana Paula, bem como a disparidade salarial que aumentou nominalmente, mas o mesmo percentual foi aplicado ao topo da tabela de todos os grupos. Os avanços da categoria não são perfeitos, são aquilo que a mobilização e a decisão coletivas conseguem conquistar. E os avanços são inegáveis: URV, tabela, indexação de auxílios, equiparação do médico social, redução da faixa dos 14%, tabela complementar do auxílio-saúde, remuneração do plantão, redução do plantão pela metade, quebra do limitador, VPNI e etc…
Claro que o sindicato não controla, mas tem que apresentar propostas robustas e brigar por elas! Ou vai simplesmente abaixar a cabeça para o que a Administração apresentar????
Olha Ana Paula, com todo respeito a sua opinião, mas a direção do SINJUSC tem se esforçado muito para garantir as demandas apresentadas pela categoria e com bastante sucesso nos últimos anos. Não se trata de baixar a cabeça, mas de respeitar as decisões da categoria nas assembleias!
É verdade. É faz sentido. Implementar e já recebendo, buscar a cumulatividade…
Esse é o impasse !
Qual é a proposta Sinjusc?
Diz quais os valores o Sindicato está pleiteando?
Esconde o jogo até dos interessados….tem que ser transparente!
Rodada e rodada e não sai nada?!!! O básico já está na lei, aceita regulamenta que já tem e depôs avança!
Os servidores estão no escuro e parece que não há vontade que esclarecer
Poderiam divulgar as atas dessas mesas de negociação (isso seria transparência!)
A mesa de negociação não funciona assim, Ana Paula! A mesa é o diálogo, não há deliberação, os dois lados de encontram e trocam impressões. Depois a administração decide o que vai fazer em suas reuniões internas e o Sindicato decide o que vai fazer em assembleia da categoria que por ser deliberativa, aí sim, tem ata!
Ficamos sem saber nada desse diálogo, então? No escuro… aguardando uma proposta final? Sem sequer saber os percentuais que o sindicato está buscando? Quanta transparência!
Não, participe da mobilização, participe da assembleia para decidir o melhor caminho, curta e compartilhe os conteúdos do SINJUSC, converse com os colegas para também participarem, compareça quando a direção chamar para reuniões, visitas, assembleias, participe das campanhas, conveça mais gente a se filiar e etc…
O Sindicato não pleiteia valores, apresenta demandas! Os valores quem vai apresentar é a administração. Quando a mesa chegar em uma proposto formal, a categoria será chamada para debater!
Boa tarde! Pela proposta de AQ, quanto ganhará um ANS pelo mestrado e doutorado?
Ainda não ficou definido Alex!
Ta, o adcional ia vim em janeiro… pq tao atrasando? Voces focam nessa… so atrasam o tramite do que ja esta lesgislado.
Desculpe João! A direção do SINJUSC só insiste naquilo que sempre esteve deliberado pela categoria, a AQ não pode servir para aumentar a diferença salarial entre os grupos ocupacionais!
Solicito que seja informado quando isso foi deliberado pela categoria e nos disponibilizada a respectiva ata de assembleia.
Olá Júlio! Na assembleia do dia 14 de março de 2025, a reestruturação da tabela foi aprovada com ressalvas, entr elas diz o texto da ata “equilibrar a diferença entre os grupos ocupacionais”. Lembro que as atas de assembleia do SINJUSC ficam disponíveis na aba TRANSPARÊNCIA do nosso site!
Não era esse tipo de decisão algo que deveria ter sido levado pra categoria decidir? Se a prioridade seria lutar primeiro pela cumulação ou implementar logo um direito que já está garantido em lei?
Não houve esse debate. Essas condutas vêm sendo adotadas pela diretoria como se representassem a vontade de todos, quando, na prática, isso nunca foi deliberado pela categoria.
Pedir a redução da discrepância entre as remunerações não significa, necessariamente, que o direito já reconhecido precise ficar em segundo plano ou ser adiado. São pautas diferentes. Dá pra defender melhorias que não estão na lei sem atrasar algo que todo mundo já estava esperando.
E só pra deixar claro: isso não é ser contra a cumulação. A questão é a estratégia e a ordem das coisas. Talvez a maioria não queira que a pauta da cumulação se sobreponha e venha antes da implementação de um direito que já existe — e isso nunca foi perguntado pra base.
Ola Giovanna! A diretoria está negociando no melhor interesse da categoria a partir das deliberações em assembleia. Quando houver uma porposta formal da administração ou o diálogo se esgotar, a categoria será chamada para decidir em assembleia!
sinjusc………o medico social já nao está equiparado ao auxiio alimentação???????
o medico social está comtemplado no 13º dos aposentados??????
Está equiparado Vinício! Agora, a direção do SINJUSC está conversando sobre a incidência do médico-social sobre o 13°!
Não está clara a diferença salarial entre os grupos ocupacionais que o SINJUSC entende ser adequada. Se fala muito em “reduzir”, mas sem objetividade. Qual é a meta do sindicato? Qual a porcentagem de diferença salarial que se busca alcançar?
O ideal é a elevação dos técnicos ao nível superior, pois existe uma massa de colegas que apesar de contratados como técnicos, desempenham função de nível superior. Tanto a contratação desse pessoal, apesar das mudanças impostas pela tecnologia, quanto a disfunção são responsabilidade das administrações do TJSC. O caminho traçado pela diretoria é ir reduzindo a diferença, para que fique mais fácil essa elevação!
Então sejamos claros na comunicação. Não há luta por “redução” de diferença salarial. O que se busca é a equiparação salarial entre grupos ocupacionais distintos. Como o objetivo parte da premissa segundo a qual existe uma massa de colegas que, apesar de contratados como técnicos, desempenham função de nível superior, a meta deveria ser extinguir o cargo de TJA, evitando que o TJSC continue a nomear servidores que serão empregados em atividades próprias de analistas.
A solucão é simples. Deixemos aos colegas analistas os cargos comissionados em gabinete, em clara sinalização que somos contra o desvio de função. Vamos nos ater Às atividades administrativas e deixemos os cargos de assessoramento àqueles concursados em concurso de nível superior. Vamos todos pedir exoneração dos gabinetes JÁ. Queremos GANS, AQ e vamos lutar para que todos nós sejamos exonerados dos cargos em comissão! Pois só isso seria justo e faz sentido sem sermos hipócritas.
O que cargo comissionado que gera acréscimo na remuneração tem a ver com isso? E mais, sua ideia só vai fazer a disparidade entre técnicos e analistas (agora com DASU) ficar maior. É cada um que aparece…
amigo, se há carreira específica de nível superior em direito, qual a lógica de por servidores de nivel médio nos cargos de assessoramento jurídico?
Olha Pedro, no meu caso seria fácil, já que eu nem DASU nem GANS recebo. Pelo salário que eu ganho, e pelo que o Fabrício falou ali acima, os TJAS deveriam estar passando café na copa, eu acho. Pq, como disse ele, não queremos ganhar mais, e sim ganhar mais que os analistas! Nossa, essa foi de matar. Será que se eu fosse analista pensaria assim também?
Aí sim! Agora o SINJUSC está me representando!
Sobre a Gratificação por Atividade de Nível Superior (GANS), eles pensam em criar quantas mais? Umas 10 a mais? Isso não adianta de nada. E outra, ela continuará a ser transitória? O nosso trabalho não é algo transitório.
Que sejam mais 10, 30, 50…. Esse tipo de gratificação só serve para aumentar a cobrança por produtividade e divide ainda mais a categoria (como já ocorre hoje com a GNS: alguns TJAs recebem 10% e outros, 20%). O sindicato tem que trabalhar para a valorização de todos!
Isso Ana, essa é a posição da categoria e da diretoria do SINJUSC!
Daqui a pouco é metade do ano e ainda não regulamentaram o AQ (que era pra ter sido implementado em janeiro).
Olha Jéssica, a diretoria do SINJUSC tem trabalhado no senido de implementar o mais rápido possível, mas é preciso fazê-lo com responsabilidade, não precisamos de um adicional que amplie a discrepância com a qual a categoria não concorda!
Será que sou só eu que vejo Mesa atrás de Mesa e a interlocução do Sindicato conosco não fala absolutamente nada de concreto além de tergiversar?
Entendemos a sua impaciência Pedro, mas a tática do diálogo, por enquanto, tem trazidos bons resultados para a categoria na última década. Não tem nada a ver com se esquivar do debate. Quando o Tribunal traz uma proposta pra mesa, a diretoria leva a questão para a categoria deliberar! O resto é mobilização pra pressionar a administração!
Sou a favor de um valor fixo como todos outros tribunais como exemplo: 10% para graduação 15% pós, 20% mestrado, 25% doutorado. Sem inventar a roda.
A categoria não é a favor dessa proposta Paulo, pois ela aumenta ainda mais a diferença salarial entre os grupos funcionais!
Por favor, qual é a proposta da categoria?
Um adiconal de qualificação que não amplie a diferença salarial entre os grupos ocupacionias!
Desculpa, mas quando e onde a categoria disse que preferia ficar sem ganhar nada por meses em vez de já receber algo e depois melhorar? Devemos lutar pela implementação imediata e depois melhorar. Essa demora está prejudicando os próprios servidores de nível médio, pois a maioria tem pós-graduação e ganharia algumas centenas de reais a mais se o adicional estivesse regulamentado.
Entendemos sua posição João!
Oi! Sou filiado e apoiador do sinjusc. Acho que foi feito um trabalho muito bom até então. Perguntei sobre a redação da proposta de AQ. Queria ler. Temos essa proposta escrita?
Não Alex, como explicado em outros comentários, a diretoria do SINJUSC apresenta a linhas gerais sobre o que a categoria quer, AQ com cumulatividade da graduação, que alcance aposentados, que não amplie a diferença salarial entre os grupos ocupacionais e etc. Cabe ao TJSC apresentar uma proposta que o SINJUSC trará para a categoria apreciar!
Se a regulamentação do adicional de qualificação for depender de uma nova lei, tenho a nítida impressão que não vai vingar. Depois das decisões do Supremo não existe clima para uma aprovação na Assembleia, além do que dependeria de aprovação prévia do CNJ antes de ser enviada para os deputados. O ego muitas vezes nos atrapalha. Parece que os Técnicos não querem ganhar mais, mas sim não aceitam ganhar menos que os Analistas. Se regulametassem como aprovada, bastaria depois buscar a cumulatividade. Desanimador escutar o sindicato afimar que ainda irá apresentar alternativas ao Tribunal.
Não aceito fazer o mesmo trabalho e ganhar 10k a menos fabricio. Vc tem razão.
Ego são analistas serem contra nossa equiparação se 90% dos técnicos tem nível superior e já foi feito com os oficiais de justiça…
Eles dizem que queremos ganhar as coisas no TAPETÃO! Será que pensam isso dos Oficiais de Justiça?
Deus que me perdoe, essa raça dos analistas só pensa no próprio umbigo.
Matheus, o problema é que não estamos aqui discutindo a equiparação, que é mais do que justa, estamos falando do adicional de qualificação já aprovado. O AQ não é um instrumento de equiparação salarial e sim valorização profissional dos servidores que se qualificam. A luta dos TJA’s é mais do digna, as armas usadas é que estão erradas. O CNJ não vai aprovar a cumulatividade, pois até onde eu sei não existe cumulatividade de adicionais de qualificação em nenhum Tribunal ou órgão público. Podem me corrigir se eu estiver errado, diretoria, mas nunca vi.
Oficiais de justiça que o digam né, eram todos nível médio…
Desanimador é você pensar dessa forma.