No próximo dia 15 de agosto, o SINJUSC e outros sindicatos que representam categorias do serviço público estadual participam de reunião com o Presidente do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (Iprev-SC), Vânio Boing. O encontro foi provocado pela diretoria do SINJUSC que prepara estudos técnicos e econômicos para dialogar com a direção do Instituto.
A mobilização da categoria organizada pelo SINJUSC e pelo Fórum Catarinense de Defesa do Serviço Público vem fazendo o governo Jorginho Mello se mexer e pautar a revogação como já foi noticiado pelos principais meios de comunicação no Estado.
Na semana passada, após chamado de mobilização do SINJUSC, uma aposentada filiada cobrou o governador nas redes sociais e ele respondeu que revogar os 14% era promessa de campanha e que iria rever o desconto”.
A pressão dos sindicatos e a atitude do governo chamou a atenção da Alesc e o projeto articulado pelo deputado Fabiano da Luz (PT) foi pautado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da última terça, dia 1º de agosto. Na análise, o deputado estadual Pepê Collaço (PP) pediu 14 diligências, dando o prazo de 30 dias para os sindicatos e órgãos do Governo se manifestarem.
DIA 17/08 TEM ATO DE RUA CONTRA O CONFISCO
Para ampliar a pressão sob o governo e legislativo, o Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público convoca trabalhadores e trabalhadoras de todo o Estado para ato de rua no próximo dia 17 de agosto, em frente à Alesc, a partir das 12h.
Além dos 14%, a limitação das isenções fiscais e a regulamentação da negociação coletiva também estão na pauta da manifestação. O SINJUSC está organizando a vinda da categoria e convoca todas e todos para presença. Haverá ônibus, hospedagem e alimentação. Faça contato pelo CONECTE SINJUSC e informe-se.

Vergonha, promessa de campanha, somente para ganhar para Governador, e até agora, fala que somente vai rever, fala sério né Sr. Jorginho Mello (Governador)
Realmente já contribuímos durante trinta anos enqto trabalhávamos. Agora é um absurdo ganhamos tão pouco e ter que descontar estes 14%. Esperamos que o nosso Governador tome as providências conforme promessa de Campanha.
Tudo isso se chama… Campanha para prefeitura das cidades!
O achatamento do nosso salário de professores aposentados chega ser vergonhoso.Com todas as habilitações, estamos recebendo menos, após trinta,trinta e cinco anos de trabalho .
Creio que o governador poderia rever as diferenças absurdas salariais dos servidores de uma secretaria pra outra. Igualdade salarial somos todos servidores.
Tamo junto.
Tá na hora desses sindicatos, fazerem alguma coisa pelos servidores.
Olá Vilmar, o governador Jorginho só prometeu “rever” a cobrança dos 14% por causa da pressão organizada pelos sindicatos. Aliás, a previdência universal é em grande medida uma conquista da classe trabalhadora organizada em sindicatos. Participe da mobilização pela revogação dos 14% às 12h do próximo dia 17 de agosto em frente à Alesc.
Bom dia a todos. Passei 30 anos da minha vida contribuindo para os aposentados.Depois que me aposentei passei a contribuir para os funcionarios da Ativa. Pode isso? Absurdo. Trabalhar 30 anos, com curso superior, pos Graduacao, para ganhar um salario miseravel. Gostaria de ver o Governo sobreviver com a Miseria que eu ganho.
Os servidores estaduais que pagaram a vida toda, quando trabalhavam para que pudessem ter sua aposentadoria e aí o governo do estado vem com mais esse desconto vergonhoso. Que triste com os idosos. Outros estados já corrigiram o erro que cometeram. Votamos nesse Governo é aqui continuamos aguardando o empenho do Governador. Muito triste
Não tem sentido descontar de aposentado que na sua vida laborativa já descontou parte do salário para aposentadoria, é uma medida injusta, sem provimento jurídico ou moral.
Os inativos já contribuíram, que está na ativa e tem salário alto a contribuição previdência tem que ser maior, isso sim.
Olá Almeri, as trabalhadoras e os trabalhadores da ativa já contribuem bastante para a previdência. É responsabilidade do Governo pagar o benefício de quem já contribuiu para a previdência e o governador Jorginho Mello, que abriu mão de arrecadar mais de R$ 20 bilhões em impostos que deixaram de ser cobrados de setores empresariais, tem condições de revogar os 14%. Ainda mais porque esse dinheiro vai voltar para o próprio governo em impostos que são cobrados dos aposentados inclusive.
Vamos divulgar, e participar.
Sem corte de faixa salarial, isentar para todos os funcionários aposentados do Estado.
Em São Paulo todos foram isentos dos 14%•
A mobilização será fundamental para corrigir está grande injustiça social que foi promessa de campanha do atual governo. Que chama atenção que este governo com 7 meses não apresentou nenhuma resposta.
VAMOS REAVER O QUE É NOSSO POR DIREITO.DOS nos trabalhados
Sr. Governador, nós aposentados já contribuímos muito, até com a nossa saúde. Revogue esse absurdo inconstitucional. Não esqueça ano que vem temos eleições.
Ainda bem que existe sindicatos bons que lutam pelos direito dos trabalhadores
sao paulo e alagoas ja revogaram ………aqui tambem pode………e revogaçao integral….