Deputado Marcius Machado (PL) durante CCJ desta terça, dia 7 de novembro.

Jorginho Mello “condena” Estado a pagar R$ 260 bi e Marcius Machado “lava as mãos” sobre 14%

Nesta terça, dia 7 de novembro, o deputado estadual Marcius Machado (PL), líder do Governo na Assembleia Legislativa (Alesc), declarou que apoiaria o projeto que isenta o pagamento dos 14% para quem ganha até três salários mínimos (R$ 3.960,00) em 2026 apresentado por Jorginho Mello (PL) ao invés do projeto que revoga os 14% até o teto do INSS (R$ 7.507,49) já em 2024.

Marcius “lavou as mãos” ao dizer que votou contra a Reforma da Previdência do ex-governador Carlos Moisés que reduziu a faixa de isenção dos 14% do teto do INSS para um salário mínimo e, portanto, não é responsável pelo que está acontecendo com aposentadas, aposentados e pensionistas do Iprev-SC.

Junto com uma revogação rebaixada dos 14%, Jorginho apresentou um projeto que divide as contribuições previdenciárias em vários fundos diferentes e “condena” o Estado a pagar quase R$ 260 bilhões nas próximas décadas. Além disso, o governador quer ampliar as isenções de impostos para os empresários mais ricos de SC de R$ 20 bi, em 2023, para R$ 22 bi no ano que vem.

A proposta do Fórum Catarinense de Defesa do Serviço Público é fazer concurso para fortalecer o Regime de Repartição Simples para que as contribuições cubram uma parte maior dos benefícios pagos pelo Iprev-SC, mas também limitar as isenções fiscais concedidas a empresários bilionários para que o Estado arrecade mais e tenha condições de cobrir o déficit criado pela irresponsabilidades de governos passados.

13 comentários

  1. tati disse:

    negociem ao invez de atacar

    1. SINJUSC disse:

      Olá Tati, as direções sindicais tentam, mas Jorginho não recebe!

  2. tatiana disse:

    existem formas e formas de prejudicar os servidores que estão com projeto em andamento, essa é uma delas e vcs estao cientes disso

  3. Terezinha schulz scheidt disse:

    Gostayde deixar bem claro para o governo demais deputados. Moisés sentiu na pele que 14% fazem mesmo a diferença. Lembrem-se disso quando precisarem de votos para se eleger. De promessas o inferno está cheio. Revogação já…

  4. Enio Colini Gonçalves Filh disse:

    Governo, rigoroso com o funcionalismo e bondoso com empresários bilionários. É isso!

  5. Zulmir Fiamoncini disse:

    Nós aposentados já pagamos a nossa previdência durante 30, 40 anos. Não é justo termos que pagar novamente. Já tenho 71 anos de idade e não acho justo ter que pagar novamente minha previdência.

  6. claudio vinicio gemignani disse:

    luta.sem.tregua.pela.revogação.dos.14%……SP.e.AL.ja.revogaram.SC.tambem.pode…….luta.pela.diminuição.das.isenções.fiscais.a.privados…usam.o.Estado.para.enriquecimento……….conscientização.nas.proximas.eleições.votar.em.parlamentares.q.defendam.os.direitos.da.população.e.nao.apenas.de.empresarios.neo.liberais……d

  7. Adilson Fontana disse:

    E umavergonha pagar instituto pra quem já pagou sessenta anos e agora pago 14 por cento é um roubo dos funcionários aposentado s 🌹

  8. Silesia caliman disse:

    Quem seria beneficiado cm a revogação dos 14porcento no poder judiciário?

    1. SINJUSC disse:

      Todas e todos, pois hoje, o desconto de 14% incide sobre todos os salários maiores que o mínimo!

  9. Maria Lúcia Menegotto disse:

    Isentar dos ricos e cobrar dos professores? Aliás, todos os professores estarão no desconto, não entendi essa matemática.

  10. Jonas disse:

    Fazuelly

    1. SINJUSC disse:

      Só se for o “L” de “PL”, porque a proposta de “acabar” com o Iprev-SC é do Governador Jorginho Mello!

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