Divulgação CTB

Modernizar a produção de conteúdo e buscar parcerias com veículos progressistas

Entre as decisões tomadas no 4° Encontro Nacional de Comunicação da Rede CTB, realizado nos dias 12 e 13 de março, em São Paulo, as entidades envolvidas, entre elas o SINJUSC, decidiram modernizar a produção de conteúdo e buscar parcerias com veículos progressistas. Essas e outras orientações do Encontro promovido pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) foram sintetizadas no documento Carta de São Paulo.

Para o diretor de comunicação do SINJUSC, Samuel Santos Silva, “a participação no Encontro foi importante para trocar experiências com outras entidades, mas também para reafirmar que a comunicação do SINJUSC está no caminho certo. Há anos temos buscado a modernização dos conteúdos e também colaborado com iniciativas que fortalecem as posições da classe trabalhadora, principalmente, na guerra de narrativa em relação ao serviço público”.

Já de acordo com o presidente da CTB-SC, Mateus Graosque, “o encontro é importante porque reafirma que a comunicação é um terreno decisivo da luta de classes num contexto em que as grandes plataformas e a mídia hegemônica operam a serviço do capital. Esse encontro amplia a capacidade dos nossos sindicatos de disputar narrativas e aponta para a construção de uma comunicação própria comprometida com os interesses da classe trabalhadora”.

O evento contou com mais de 20 palestrantes, que participaram de mesas de debate, oficinas e atividades de formação voltadas ao fortalecimento da comunicação da classe trabalhadora. Ao todo, foram 115 participantes de 12 estados brasileiros e também de outros países como Angola, México, Cuba e El Salvador. O Seminário de Comunicação da CT, próximo evento da Central relacionado ao tema, acontece em julho, na cidade de Porto Alegre.

1 comentário

  1. tjafalido disse:

    É necessário fazer algo para combater a desinformação, estamos sendo humilhados pela mídia. Somos diuturnamente acusados de receber supersalários (mesmo sem sermos membros de Poder), de não trabalhar (mesmo com vários tomando remédio para suportar a rotina), de inchar a máquina pública (mesmo o Brasil tendo um % de servidores inferior aos EUA) e de se apropriar do orçamento (mesmo com a limitação de apenas 6% da Receita Corrente Líquida – Lei de Responsabilidade Fiscal – para o Judiciário). Já é comum colegas dizerem que evitam falar que são servidores. Servir à população deveria ser motivo de orgulho, mas estão nos constrangendo a ponto de parecer que é uma vergonha.

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