Fenajud apresenta ao CNJ proposta de minuta de resolução para o auxílio-saúde

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Diretor do SINJUSC e coordenador de Saúde e Previdência da Fenajud, Guilherme Peres, participa (pela 1ª vez) do Comitê Nacional de Atenção Integral à Saúde do CNJ

A Fenajud e a Fenajufe apresentaram ao Comitê Gestor Nacional de Atenção Integral à Saúde do CNJ uma proposta de minuta de resolução para o auxílio-saúde. A ideia é buscar um benefício que atenda, de fato, as necessidade dos servidores.

Caso aprovado pelo Conselho, em Santa Catarina por exemplo, as mudanças reconheceriam o direito ao auxílio independente do plano conveniado. Isso devolveria o direito dos conveniados ao SC Saúde de receber o benefício.

Outra alteração na proposta, é a inclusão de uma rubrica orçamentária específica plurianual e anual para implementar a assistência à saúde dos trabalhadores, além de um aumento substancial no valor recebido.

A entrega da minuta atende um pedido do próprio CNJ, que pela primeira vez acolheu pedido de entidades sindicais e as incluiu no Comitê Gestor Nacional de Saúde. A proposta deverá avançar durante o II Seminário de Saúde dos Magistrados e Servidores, dias 4 e 5 de setembro. O SINUSC também participará do evento, em Brasília.

Trabalhar, sim. Adoecer, não

O tema saúde vem sendo tratado pelo SINJUSC como uma pauta fundamental baseada na prevenção. Com muito esforço e trabalho conjunto, os servidores públicos de todos os tribunais estaduais conseguiram que suas entidades participassem das discussões sobre saúde no CNJ. Uma ampla pesquisa de saúde foi realizada no país com os servidores e os dados apresentados ao Conselho. Dada a importância do material (inédito), os sindicatos conquistaram cadeira na mesa de discussão do Comitê Gestor Nacional de Atenção Integral à Saúde do CNJ e no Seminário Anual de Saúde.

Para o SINJUSC, as mudanças na forma de trabalho e na gestão dos tribunais
ajudam a combater e até a eliminar algumas causas de adoecimento provocado pelo trabalho. De acordo com a pesquisa, o esgotamento mental foi o principal risco apontado por quem respondeu ao questionário (76% das amostras), seguido da Falta de sentido do trabalho (70%) e falta de reconhecimento (56,8%).

Por isso, se defende uma gestão coletiva e não individualizada como faz a maioria dos Tribunais, em que se trata a consequência dos afastamento, quando deveria ser a prevenção, como defende o Sindicato.

E para que isso aconteça é preciso envolver diversos órgãos, muita conscientização, diálogo, campanhas, pesquisa; sempre reforçando que quando se discute saúde de trabalhador, o representante da classe, no caso o Sindicato,  também precisa estar na mesa.

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