Contra a reforma da previdência, 18 de fevereiro é dia de trabalho intenso e mobilização na Alesc

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Em defesa da Previdência dos servidores públicos catarinenses, o SINJUSC chama a categoria para mobilização intensiva na próxima terça-feira (18/02), durante todo o dia.

Na parte da manhã, a partir das 9h, as categorias vão recepcionar os deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que darão seguimento na tramitação da reforma. Após, os servidores seguem mobilizados em vigília na Assembleia Legislativa até à tarde, quando se deslocam para o Centro Sul participar da assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte/SC), programada para começar às 13h30.  – Os professores estão com indicativo de greve.- Depois da assembleia, os servidores retornam em marcha à Alesc para ato de encerramento nas galerias e Plenário.

O chamado foi debatido na quarta-feira (12/02), em reunião com sindicatos de servidores públicos, na sede do SINJUSC. Servidor, se organize na sua comarca, convoque seu colega. O SINJUSC vai fretar ônibus ocorrendo número suficiente de trabalhadores. Mais informações pelo telefone 0800 701 1690.

Reformar para tirar Direitos, Não!

O SINJUSC vem alertando os trabalhadores do judiciário catarinense sobre o quão ruim é a reforma da previdência desde a sua tramitação no Congresso em 2017.

Muitos atos, escravos, matérias, formação, diálogo e assembleias foram feitos para tentar barrar o projeto, que foi aprovado no âmbito federal e agora chegou no Estado de Santa Catarina. A única chance de fazer a reforma do governador Carlos Moisés recuar é a MOBILIZAÇÃO E UNIÃO DE TODO O FUNCIONALISMO PÚBLICO CATARINENSE. POR ISSO, participe dos chamados do sindicato, mande e-mail e/ou recado nas redes dos parlamentares (aqui você encontra todos os contatos). Faça sua parte.

O SINJUSC é você. Você é o Sindicato!

Serviço
O quê? Dia de mobilização em defesa da previdência dos servidores
Quando? Dia 18/02 – durante o dia todo
Que horas? Às 9h, na CCJ da Alesc e às 13h30, no Centro Sul, para assembleia do magistério – após marcha e ocupação das galerias da Alesc
Por que? Porque é preciso lutar e reagir. Se a reforma passar, você vai precisar contribuir por mais tempo, esperar mais anos para aposentar e ainda perder quase 30% do seu salário. Exemplo, um servidor de carreira no ANM com salário de R$ 4.822, ao se aposentar pelas regras atuais, seu benefício seria de R$ 4,392, se a reforma passar, o valor cai para R$ 3.379. *O cálculo foi feito por economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Aqui, aqui, aqui e aqui você encontra material informativo e de formação sobre a reforma.

Unificação da luta
O Sindicato tem trabalho para ampliar sua participação nos fóruns de mobilização em todo o Estado. Diversas reuniões com sindicatos e centrais estão sendo intensificadas para articular estratégias de defesa do funcionalismo público. Além da reforma da previdência, haverá muita luta contra o Plano Mais Brasil ( PECs 186, 187 e 188) e a reforma administrativa que atacam diretamente o serviço público brasileiro. Sobre isso, também falarmos e alertamos, veja aqui.

Reunião no SINJUSC com outras lideranças do funcionalismo público deliberou formas de mobilização para o dia 18

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