Auxílio-alimentação soma perda de 23%; Cesta básica aumenta quase 7% em um ano em Florianópolis

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Trabalhadores em vigília pela reposição do auxílio-alimentação. Foto aquivo/2018

Todos os anos o preço média da cesta básica sofre reajuste. Somente em Florianópolis, segundo o Dieese, o aumento foi de R$ 10,49. A capital catarinense tem a quarta cesta básica mais cara do país.

Enquanto os gastos com o supermercado e refeições sobem anualmente, o reajuste no auxílio-alimentação dos servidores do judiciário está muito aquém, acumulando perda de quase 23% nos últimos 5 anos só com a inflação. Desde 2015 o benefício não sofre recomposição.

Na última reunião com a presidência do Tribunal de Justiça, dia 24 de junho, a administração do tribunal admitiu que deve à categoria 23% de reajuste e mostrou vontade de quitar esse mais débito. O assunto será novamente levado à mesa em nova reunião de negociação ainda neste mês de julho ou começo de agosto.

Desde o corte dos R$ 300 no auxílio-alimentação, o SINJUSC se empenhou em dialogar com os desembargadores buscando a conscientização. Inúmeros foram os encontros com magistrados e parlamentares da Alesc, envios de ofícios e também mobilizações pelas comarcas. A reivindicação foi item da pauta de reivindicações aprovada na assembleia do VIII Congresso de Itajaí no começo de maio.

Reajuste do auxílio-alimentação muito importante para manter o poder de compra servidores, especialmente daqueles que recebem menos, diante da inflação. Reajustar o benefício é valorizar quem mais produz dentro do Judiciário – É campeão! CNJ reconhece o(a) trabalhador(a) do TJSC o mais produtivo do País – .

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